Fabiana Ferreira Lopes

" A vida só se da para quem se deu" Vinicius de Moraes


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Meu Diário
16/11/2009 15h42
Desabafo
Um dia verei a hipocresia ser vencida.
E os que se acham muito por carregarem titulos e cargos relevantes serem humilhados e esmagados pela sua própria vergonha.
Sim talvez seja uma grande utopia.
Mas eu ainda sonho e creio que o bem sempre vence o mal.
Que tudo tem ação e reação.
E que os humilhados serão exaltados!
Um dia oderei me libertar dessa cadeia que a sociedade me impôs e voar para um lugar mais bonito.
E fazer realmente o que eu amo.
Longe da pequenez de dispustas de cargos e postos que nenhum de nós levará para lém desta vida material.
Que importa hierarquia e titulos terrenos?
São todos passageiros, levo comigo o que fiz para com minha vida e para com a vida dos demais que passaram pelo meu caminho.
A esse que acreditam serem seres intocáves por seus titúlos temporarios, minha compaixão são tolos acreditando ser sabios.
Mas a vida ensina.
Um dia se está por cima e outrp se pode estar por baixo.
a mão que hoje você despreza pode ser a única que no futuro esteja estendida em seu auxilio.
Enquanto isso vou dançando conforme a música ainda que não seja a minha predileta, e o preço de precisar depender.
Mas um dia serei livre e vou voar por um lugar mais bonito!


Fabiana Lopes

Os oprimidos não poderão ser oprimidos para sempre!

Publicado por Fabiana Lopes em 16/11/2009 às 15h42
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16/11/2009 15h38
Cuidando do meu jardim
Essa semana compartilho com todos os amigos e colegas que passeiam por este site para dizer que estou entre as vencedoras do II Concurso Lieterário de Poesia Canon.
Alegria por ver meu trabalho aos poucos sendo reconhecido.
Tenho lançados as sementes aos poucos estou colhendo meus frutos.
Estou cuidando do meu jardim.


Abraços lierários,



Fabiana Lopes

OBS: Para quem quiser ler o poema escolhido acesse meu site o poema é se eu morresse amanhã.

Publicado por Fabiana Lopes em 16/11/2009 às 15h38
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26/08/2009 02h37
Dor
Estou tão triste
Ando pela casa insone
A minha dor é tão grande
Não tem como ter nome!

Poderia dize-la solidão
Mas eu sempri fui só.
Poderia chama-lá ilusão
Mas sempre estou iludida.

Eu choro um choro sem fim
Não há quem possa ter pena
De mim?
A resposta é do tamanho da minha dor!

Não eu não sofro por amor
Desse mal eu até gosto de sofrer
Minha dor é maior
Eu queria somente esquecer.

Mas não consigo diminuir o vazio
Não consigo acalentar este peso
Olho adiante e só vejo sombras
Algum dia verei a luz?

O meu peito sofrido
Bate enfraquecido
E quando tudo que me enterpoce
Já não faz mas efeito...

Eu me encolho em qualquer canto
Afim de prantear meu pranto
A minha dor não tem dono
Ela me consome aos poucos.

E aos poucos
Eu sinto se esvaindo de mim
Aquilo que eu ainda pensava existir
Esperança...


Publicado por Fabiana Lopes em 26/08/2009 às 02h37
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08/08/2009 00h31
TE AMO!!!!
Eu ñ escrevo mais como antes
Nem sei se voltarei a escrever.
No momento minhas certezas plenas são poucas
Como vc sabe estou tentando aprender a viver.
Não tem sido uma tarefa facíl
São tantos percursos, tantos caminhos
São dores, choro e espinhos.
A única coisa que sei é vc!
Em pensar que quase fui tola o bastante pra te deixar partir
Fui ainda mais tola por perder um bom tempo tentando resistir.
Quem pode contra o destino?
Eu? Pobre mortal tentando enteder os designos dos deuses?
Sou tão pequena diante da Criação
Mas com vc sou forte e capaz de desafiar o que muitos chamam de sorte.
Vc fez mais por mim do que pode supor
E seu amor sincero e integro me salvou do meu pior mau
Me salvou de mim mesma!
Te amo!

Publicado por Fabiana Lopes em 08/08/2009 às 00h31
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08/08/2009 00h28
MAKUTUB
MAKTUB

Estava escrito
Não importa o que digam
Quantos irão concordar
E quantos tantos outros irão dizer loucura!
Louca...
Me digam algo que eu não saiba!
Nunca fui de seguir tendências
No amor não seria diferente.
É verdade,
Eu fugi
Fingi não querer mais
Corri o mais que pude
E quando dei por mim estava aqui
Desfacelada em teus braços.
Pele quente
Suor frio!
Ah deixem que morram de inveja
Quantos podem dizer que sentem calafrios nos braços do ser amado?
E quantos tem um amado?
É previlégio meu
Previlégio seu
Previlégio nosso.
Não tem nada haver com sorte.
Foi Deus que quis assim
Uniu teu destino junto de mim.
Eu errante indo por aí
Copos vazios
Noites mal dormidas
No quarto silencio
Lagrimas no travesseiro
Saudades dos seus beijos
Saudades das noites de volupias
Meu corpo trêmulo falam por mil palavras
Conjugação verbal inútil
Ei vocês, morram
Eu sou dele
Ele é meu
E juntos somos o sonho de Deus

Publicado por Fabiana Lopes em 08/08/2009 às 00h28
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